terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Em memória dos revolucionários de 18 de Janeiro de 1934

5 comentários:

Carlos Albuquerque disse...

As prisões são hoje outras...
Mas as mãos, essas, são as mesmas, são as nossas.
"...não tinham armas na mão, é certo, mas tinham toda a razão..."
Abraço

flor de jasmim disse...

Mais um grande Senhor que está sempre presente nas nossas memórias e muita vez ouvido por nós. É mais um Senhor a não esquecer.
Beijinho

Isa GT disse...

Que as memórias nos ajudem a passar à acção.

Bjos

O Puma disse...

O nosso Ary

folha seca disse...

Sim Amigos e amigas
Encontramos na poesia de Ary dos Santos sempre algo que nos diz qualquer coisa.
Se a história me ensinou alguma coisa, como no post anterior escrevi, foi a vaga de prisões que se seguiu ao levantamento da noite de 18 de Janeiro de 1934. Conheci gente que esteve vários meses ou mesmo anos, presa só porque estava na rua nessa noite.
Que nada disto se repita em Portugal e que onde ainda acontece, termine rápidamente.