domingo, 23 de janeiro de 2011

É a vida...

Que importa perder a vida
em luta contra a traição,
se a Razão mesmo vencida,
não deixa de ser Razão
António Aleixo

4 comentários:

Fê-blue bird disse...

Meu amigo respondo-lhe com outra quadra de Aleixo:

Gosto do preto no branco,
como costumam dizer:
antes perder por ser franco
que ganhar por não ser.

Beijinhos

Pedro Coimbra disse...

Caro Rui,
Só o Coelho me surpreendeu.
Estamos mesmo à beira do Ano do Coelho :)
Os restantes resultados, incluindo a brutal abstenção, não andaram muito longe do que eu previa.
Ainda vou tentar escrever qualquer coisa acerca dos resulatdos hoje.
Um abraço

Luís Coelho disse...

Ontem passei por aqui mas o sono era demais e depois que te vi a roer as unhas....fiquei com medo de começar também por morder as minhas mãos.

Não te ofereço um ombro amigo pois inclinamo-nos para o mesmo lado e acabamos sem unhas e estatelados no chão.

Em meio da tarde saímos e fomos ver o mar...
Acredita que me fez bem. Não estava frio e o mar enche-me de ideias....que carinhosamente guardo.

A gasolina está cara, mas amanhã estará ainda mais e este passeio encheu-me de tanta liberdade que não há nada que a derrote......

Vinagrete disse...

Caro amigo
Não há dia que não passe por aqui e deixa que te diga que faço minhas as tuas dores.
A Alegre não faltou a coragem, a generosidade e a solidariedade, que são o pão de que se alimenta um homem de esquerda consequente, fiel aos princípios que sempre defendeu.
A Alegre faltou a militância e a entrega daqueles que se dizem de esquerda, mas engordam nos banquetes do poder e se pavoneiam nos corredores de alcatifas forrados, na esperança de subir mais uns degraus na escalada do carreirismo político.
Basta ler e reflectir sobre o que escreveram durante a campanha e dos posts publicados após a derrota do poeta.
Tu sabes a que me refiro. Este é um,por acaso nosso conterrâneo, mas como ele há muitos mil.
Nós, que ainda acreditamos na esperança de ver chegar os ámanhãs que cantam, cá estamos, para travar novas batalhas, porque a guerra, essa, ainda está a ser travada.