domingo, 1 de abril de 2012

"ESTADOS UNIDOS DA EUROPA"


Quando assistimos a um espectáculo protagonizado por alguém de que gostamos, há sempre muitos momentos que nos emocionam, mas uns mais do que outros. Este poema foi dito pelo próprio no final do espectáculo, desta noite na Figueira da Foz. Partilho-o convosco.

16 comentários:

Isa GT disse...

Confirmado está que, ontem, foi uma grande noite.
É impossível um português que ainda tenha amor ao país onde nasceu, não gostar do poema e, infelizmente, já fazemos parte desse tal... Estados Unidos da Europa (com sigla abreviada U.E.), mas, é e será, bem pior que o da América, basta olhar para o caminho dos EUA e o da Europa com esta obsessão pela austeridade, ao contrário daquele, do outro lado do mar que injectou dinheiro na economia.
Francamente até vejo o mapa da Europa mudar e, de certeza, que o país Portugal não constará nele. Esta ideia que já anda a germinar por aí, deste novo mapa até faz sentido, depois de tudo vendido, até a países estrangeiros, cheios de dívidas e com uma economia arrasada, vão ter o mote e com o blá blá do costume, irão integrar-nos num grupo maior... e, como sempre, tenho uma enorme vontade de estar enganada... mas um pressentimento terrível, diz-me que não.

Bjos

acácia rubra disse...

'Espetadores' são agentes que espetam. E nós nem o dedo sabemos erguer, quanto mais espetá-lo em quem devemos. Uma História rica de quem soube apontar dedos, uma Língua das mais belas pela sua melodia e etimologia, tudo está a ser devassado, arrasado, destruído.

Sem identidade cultural não seremos Povo e muito menos Pátria.

Beijo

Sam Seaborn disse...

Poema aguerrido, a história tem demonstrado evoluções curiosas, ainda assim não acredito que na próxima década se parta para um federalismo europeu, a Europa ainda não está preparada para isso. Bom Domingo.

Observador disse...

Nota dez!

Grande Pedro Barroso.

Um abraço

Rogério Pereira disse...

Gritemos, então,
pelo país que não morreu
pelo país que há-de voltar

folha seca disse...

Minhas e meus caros
Ler e ouvir nos meios que temos à nossa disposição os nossos cantores e afins preferidos, tem o seu efeito. Mas ter a oportunidade de ouvir ao vivo um homem como o Pedro Barroso (infelizmente outros já não é possível) torna-se num momento inesquecível. Acreditem que conhecendo o poema escrito e declamado, já há uns tempos, ouvi-lo de viva voz (naqueles momentos em que quem o diz, o sente sem se preocupar com os efeitos tecnolólicos, adjecentes) é um momento unico e o poema nos faz entender, coisas que talvez até aquele momento, não o tivessemos percebido na sua verdadeira essência. Pedro Barroso é um daqueles homens que não se limita a cantar. Muito daquiço que canta é obra sua e da que não é, escolhe os melhores. Ainda tenho nos ouvidos a sua poderosa voz que me pôs em sentido.

Agulheta disse...

Mas no meu tempo de escola se cometíamos um erro na língua Portuguesa caia tudo abaixo.O meu nome é portugal de terra de marinheiros,navegadores e a língua de Camões e assim morrerei...espetadores? Gritarei por aquilo que sou uma bandeira vermelha e verde dos campos,e nunca por modernices impostas da Europa.
Abraço

Pedro Coimbra disse...

Não consigo abrir o link :(
Boa semana, Rodrigo!!

folha seca disse...

Na verdade quantos de nós não nos deixámos "embebedar" com a ideia de que a Europa Unida era coisa boa. Infelizmente só nos levou à regressão e destruturação de grande parte da nossa economia.
Abraço

folha seca disse...

Pedro
Se não conhece vá directamente ao You Tube. Faça a pesquisa por Pedro barroso + Estados Unidos Da Europa.
Vai gostar.
Abraço e uma boa semana para si tambem

Gisa disse...

Um poema forte e com sensibilidade intensa. Gostei muito.
Um grande bj querido amigo

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Não consegui ver o video. Volto mais tarde
Abraço

Fê-blue bird disse...

Só o grande Pedro Barroso para ter esta genialidade!
Vou procurar para ver se encontro o poema, pois quero guardá-lo.
Forte e perfeito!

beijinhos meu amigo e boa semana

heretico disse...

belo poema. e uma vibrante voz...

abraço

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Voltei agora e já consegui ver. Belíssimo poema que desconhecia por completo e gostei muito de ouvir.
Obrigado pela partilha, Rodrigo
Abraço

Luís Coelho disse...

Alma de guerreiro. Coração de poeta.
Gritos de um povo agrilhoado por gente estrangeira e sem razão...finórios que nos destroem e à Nação...

Venderam-nos a troco de um naco de pão...