terça-feira, 16 de agosto de 2011

LISGOA de António Chainho


4 comentários:

A.Tapadinhas disse...

É uma ofensa e as ofensas provocam inevitavelmente conflitos.

Quem tem a cabeça cheia de frases feitas, sem qualquer ideia própria, arrisca-se a ofender toda a gente...

Nem a música de Chainho nos salva...

Abraço,
António

É bom termos a memória de outros tempos para poder assinalar as sete diferenças...

...como nos passatempos dos jornais. Bem-haja pelo comentário.

acácia rubra disse...

Sonoridades de cá e de lá.

Boas de ouvir!

Beijo

Pedro Coimbra disse...

Este é dos tais que têm o dom de deixar a guitarra cantar.
Abraço

folha seca disse...

Caro A.Tapadinhas
Obrigado pelo seu comentário "triplo". Passou o tempo em que as frases feitas, valem pelo que valem. De que vale termos sempre citações à mão se não percebemos o significado.
A musica não nos salva, mas ajuda, tal como o colorido com sentido de uma boa pintura, como o meu caro é eximio em fazer.

Cara Acácia Rubra
Juntar as sonoridades de um e outro outro, já foi feito de várias maneiras, mas o sucesso depende da divulgação o que nem sempre é feita convenientemente.

Caro Pedro Coimbra
Tive a sorte de poder privar com António Chaínho, quanto junto com José Maria Nóbrega eram os guitarristas privativos de Carlos do Carmo. Tenho uma estória recambolesca com um transporte que tive que fazer, junto com a aparelhagem e os dois guitarristas.
Um dia conto.
Sim. A gente ouve a guitarra a dizer coisas.

Abraços