terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Pra não dizer que não falei das flores ...



Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

5 comentários:

Gisa disse...

Amo esta música, pois quem sabe faz a hora e não espera acontecer, mesmo!
Um grande bj

acácia rubra disse...

Ando desfasada de tudo...

Já não ouvia isto há tanto tempo.

Obrigada pela recordação me fez ter.

Beijo

Fê-blue bird disse...

Meu amigo:
Que nostalgia...Há anos que não ouvia esta canção que é tão linda!!!
Guardei-a nos favoritos para a ouvir de novo.

beijinhos

heretico disse...

abraço, meu caro.

gostei de recordar. aqui

Pedro Coimbra disse...

Meu caro Rodrigo,
Não imagina as vezes que cantámos esta canção na minha meninice no Colégio onde eu andei.
Fez-me recuar mais de trinta anos, Rodrigo.
Uma óptima recordação.
Aquele abraço