sábado, 29 de setembro de 2012

Francisco Fanhais - Cantilena


7 comentários:

Rogério Pereira disse...

Cortaram as asas
ao rouxinol
Rouxinol sem asas
não pode voar.

Quebraram-te o bico,
rouxinol!
Rouxinol sem bico
não pode cantar.

Que ao menos a Noite
ninguém, rouxinol!,
ta queira roubar.
Rouxinol sem Noite
não pode viver.

SEBASTIÃO DA GAMA

JP disse...

Sebastião da Gama deixou-nos muita coisa sobre o ensino, várias reflexões que nos seriam muito úteis hoje em dia.

E também foi um grande poeta como podemos apreciar por este belo momento!

Abraço

Rosa dos Ventos disse...

É um belo poema que analisei muitas vezes com os meus alunos!
Excelentemente interpretado!

Abraço

desculpeqqc disse...

talvez devido ao sentimento que partilho com tantos outros, hoje soube-me bem ouvir

Janita disse...

Um belo e triste poema, representativo de uma época que esperemos não regresse nunca, Rodrigo.
Gostei de o re-ouvir, apesar de me ter causado muita melancolia.
Um abraço.
Janita

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Belíssimo poema, apesar de triste, Rodrigo
Abraço e boa semana

António Jesus Batalha disse...

Estou a visitar alguns blogs, e tive o privilégio de encontrar o seu, vi na pagina inicial o que escreveu, e como gostei folheei mais algumas páginas e fiquei maravilhado pelo que vi e li.
Dou-lhe os parabéns, mas queria deixar um apelo continue assim dando sempre o melhor, boas mensagens, bons temas. Gosto de escrever, mas também gosto de ler bons temas, por isso é que parei aqui.
Meu nome é: António Batalha.
Sou um servo de Deus,e deixo aqui a minha bênção,que haja paz,amor na sua vida, muita saúde e felicidade.
PS. Se desejar seguir o meu humilde blog, Peregrino E Servo, fique á vontade, eu vou retribuir, se encontrar seu blog.