quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

É Preciso um País

17 comentários:

Rogério Pereira disse...

Este poema tem muito a ver
com o livro que estou a escrever

Entretanto, tenho uma oferta para si e para todos os que escreveram no conto colectivo da Fê...
Isso mesmo, para todos os intervenientes
(acho que vão ficar contentes)

Austeriana disse...

Além de belíssimo, este texto poético adquiriu actualidade acrescida.

flor de jasmim disse...

Poema de e declamado por um grande Homem. Muito sentido e sintonizado com os tempos actuais. É importante manter a terra revolvida e a emoção em movimento. O Universo inteiro move-se, por isso não podemos, ficar quietos.
Beijinho

Pedro Coimbra disse...

Passei para lhe desejar um Santo Natal e um Maravilhoso 2011.

Ana Brito disse...

Caro Folha Seca
Excelente escolha...
Estamos perante uma sintonia melodiosa e harmoniosa: o ritmo da voz forte e segura de Manuel Alegre acompanhada de improviso por Carlos Paredes...que é deveras impressionante dado que todo o poema é acompanhado pela guitarra portuguesa.
Abraço amigo :)
Ana Brito

Luís Coelho disse...

Bom dia

Precisamos de um país, ninguém duvida disso,mas precisamos também de homens bons, honestos, íntegros, trabalhadores e capazes de servir esse país que desejamos.

Que de entre os melhores e mais perfeitos cidadãos sejam escolhidos os políticos governantes.

O meu país é bom mas as políticas sujas e gananciosas tem-no destruído irremediavelmente.

Precisamos de políticos menos mentirosos e mais amigos de todos os cidadãos e onde os grandes não façam escravos do povo simples, sobrecarregando-os de taxas e impostos que eles esbanjam sem proveito para o seu país e o seu povo.

A.Tapadinhas disse...

A felicidade também se pode construir com pequenos nadas.

A cultura é um bom transmissor mensagens!

Abraço,
António

Isa GT disse...

... e ainda se precisa mais de gente boa... porque não há País que resista a tantos crápulas

Bjos

O Puma disse...

Resistir precisa-se

Contra a indiferença

Fê-blue bird disse...

Não mais Alcácer Quibir.
É preciso voltar a ter uma raiz
um chão para lavrar
um chão para florir.
É preciso um país.

Não mais navios a partir
para o país da ausência.
É preciso voltar ao ponto de partida
é preciso ficar e descobrir
a pátria onde foi traída
não só a independência
mas a vida.

Meu amigo, não tenho mais palavras, estas palavras dizem tudo!

Beijinhos

Beijinhos

folha seca disse...

Caros e caras amigas (os)
É costume nos blogues pessoais o autor dos posts responder. Peço desculpa pela indelicadeza, mas que mais podia acrescentar a este poema de 40 segundos declamado pelo seu autor sobre a guitarra do Carlos Paredes.
Mais que poderia acrescentar aquilo que escreveram nos vossos comentários. Só sublinho "É preciso um País".
Abraços

Teófilo Silva disse...

É preciso voltar ao ponto de partida. E como fazê-la voltar se não vejo políticos melhores que os que lá estão?
Há poucos dias atrás ouvi alguém ter este desabafo: Porra, onde quer que nasça um português, nasce mais um vigarista!
Fiquei matutando nesta frase e pelo que leio na imprensa vejo e ouço nos noticiários, exclamei: Bruxo!!!

folha seca disse...

Caro Teófilo
Partilho do seu cepticismo em relação a grande parte dos politicos que nos "governam" e aos que se estão a pôr a jeito para darem continuidade a politicas erradas e desajustadas.
Mas sou dos que acredita que separando o trigo do joio, haverá muita gente capaz de governar de acordo com os interesses do País e dos Portugueses. Não se esqueça que para além dos "palpites" que por aqui e ali podemos ir mandando, há uma arma poderosíssima que se chama voto, assim os Portugueses a saibam usar.
Abraço

Anónimo disse...

Concordo plenamente com a afirmação "É preciso um País".Mas muito sinceramente duvido que o Sr. Manuel Alegre, pessoa que muito respeito, seja a solução para o país que precisamos. O que sinto é que na verdade alguns dos políticos que muito contribuíram para vivermos em DEMOCRACIA, após o 25 de ABRIL, trataram de conseguir ter uma vidinha confortável e esqueceram todas as promessas que fizeram ao POVO, que muito tem trabalhado para manter as regalias e mordomias.

Carlos Albuquerque disse...

Que mais acrescentar, ao que tantos disseram, senão que acho poder ser Manuel Alegre a porta a abrir-se para a chegada de um País sem gentes postiças?
Abraço

folha seca disse...

Caro Anónimo
Segundo creio Manuel Alegre nunca precisaria da política para ter "uma vidinha confortável" acredito que preciva de tudo menos de se meter nesta alhada. Acredito que o faz com espirito de missão. Por isso estou com ele.

folha seca disse...

Caro Carlos Albuquerque
Acho que deu um excelente contributo. Manuel Alegre e a sua vitória pode ser o principio do fim dos "postiços".
Abraço