quinta-feira, 28 de março de 2013

Porque não?


4 comentários:

Rogério Pereira disse...

Há palavras que, mesmo que não entenda, respeito... respeito sempre o que sai de dentro do peito...

(de hoje a Domingo celebrarei a Páscoa)

Francisco Clamote disse...

Meu caro, um obrigado pela sua visita e pela bela música. Abraço.

Quase anónimo disse...

O texto, aqui cantado, é a mais comum e universal das orações cristãs.
A parte final de tal oração (“perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”) conduz-nos a lembrar recentes discursos proferidos pelo Papa Francisco que, em tão curto pontificado, já nos deixou mensagens intensas: de perdão, de paz, da necessidade do reconhecimento dos erros, de apelo à protecção dos mais pobres, de humildade, de simplicidade… Da importância, afinal, de cada um na construção do bem comum.
É nestes dias que correm, de dificuldades que julgamos intransponíveis, que por vezes nos surpreendemos voltados para o “além” da realidade palpável da nossa pequenez…
Não esperava que, neste espaço, liderado por um, creio, ‘ateu confesso’, reproduzisse um texto (certamente justificado pelo belo suporte musical) que encerra uma oração cristã!
Serviu também para que alinhavasse estas linhas…

Fê Blue bird disse...

Um momento muito belo, não conhecia.

beijinho agradecido