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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Hoje é Sábado (desabafos).

Podia ser outro dia qualquer da semana, pois quando se é atirado para a inactividade, os dias da semana a pouco vão deixando de fazer sentido. Cada dia é apenas mais um. A única diferença que no dia se altera trata-se de ainda me poder dar ao luxo de neste dia da semana me juntar a um grupo de amigos, numa colectividade popular e mandar a dieta às urtigas e comer um bom cozido à portuguesa e pôr a escrita em dia (no que é possível).

Hoje a conversa descambou para um tema pouco habitual que apontava, para a quem pertence o futuro? Aos espertos (incluindo os Chicos) ou aos inteligentes? Na verdade e tendo em conta o conjunto de intervenientes não foi muito fácil concluir o que para mim sempre foi óbvio. Não preciso de enumerar os dados que vão aparecendo quase diariamente que mostram que neste Pais os espertos (e mais os Chicos) se foram safando à grande. Uns já estão a pagar por isso, certamente outros virão a pagar. Digo eu que acredito que a justiça é lenta mas funciona (graças a Deus, digo eu que sou ateu).

Aos que vão gozando impunemente, privilégios, surripiados aos incautos (que atiraram para a miséria) gozem, gozem pois, “chegará o dia das surpresas”!


sexta-feira, 5 de julho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

"Cantarei!"


Perdoem-me caras e caros amigos, mas pela enésima vez público esta canção do Pedro Barroso no meu blog.
Há fases na vida em que a música nos ajuda a ultrapassar os maus momentos com que a vida nos “brinda” talvez fosse melhor estar quieto, mas sou dos que acredita e luta para que esses maus momentos não nos roubem a vontade de dizer coisas a cantar, mas não só.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Chico Buarque - Construção


A música "Construção" é uma das obra-primas deste grande compositor, o Chico Buarque, inteligentemente mostra como o trabalhador, principalmente o braçal pode ser colocado na situação de máquina e sem o devido valor como ser humano chega a ser considerado um estorvo para o público, quando acaba, caindo da construção e morre . A sua morte atrapalhou o fluxo de tráfego, no quotidiano, que não pode parar  por um instante. Bem, é claro que "Construção" é rica em lições e apresenta subtilezas que só uma análise mais demorada poderia revelar. dada a profundidade desta obra musical.

domingo, 14 de abril de 2013

Canção dos Despedidos

Canção dos Despedidos

Somos explorados no trabalho, e não só

Também somos o lixo

Lixo na tê-vê, quem lá está e quem vêLixo no jornal, voz do seu capital
Estamos entregues aos bichos
E o lixo produz mais lixo
E o tempo a passar
E eu a cantar
Eu também faço parte do lixo

Há quem viva bem do nosso mal-viver
Nós somos lixo
Somos só lixo
Já não há gente, há só lixo
Dispensável, descartável, reciclável
E agora parem um minuto p'ra pensar

Há que humanizar a humanidade, e não só
Há que varrer o lixo
O do Capital, que é o lixo global
O lixo do Estado, que é o seu braço armado
O mundo é de quem manda
E o resto é propaganda

Tudo é publicidade
Mas a liberdade
É escolher entre ser ou estar

Tens a boca cheia de palavras lindas
P'ra ti sou lixo
Somos só lixo
Nós não somos gente, somos lixo
Dispensável, descartável, reciclável
Mas vou parar mais um minuto p'ra pensar

Vamos a casa
Ao fim do dia
Só p'ra regenerar a mais-valia
Ganhar forças, fazer filhos
Cada um no seu caixote
E amanhã tomar o bote
Para o paraíso dos cadilhos

Quem é o lixo
Eles são o lixo do corpo e da alma
Como é que se pode ter calma
P'ra varrer este monturo
Dos escombros do futuro

[Letra e música José Mário Branco
«Resistir é Vencer» 2004
Arranjo de sopros: Tomás Pimentel
José Paulo Esteves da Silva - piano
Carlos Bica - contrabaixo
Rui Júnior - percussão
Rui Marques - flauta alto
Jorge Reis - saxofone soprano
Tomás Pimentel - flugelhorn
Paulo Gaspar - clarinete baixo
Grupo Coral «Os Escolhidos»,
João Afonso e Tomás Pimentel - coro]

terça-feira, 9 de abril de 2013

Sabes Adriano!

Hoje farias 71 anos. Desculpa mas os anos dos amigos passam-me sempre ao lado a não ser que alguém me lembre. Foi o que aconteceu com mais este teu aniversário. Não sei se lá onde te encontras te vão chegando notícias, mas na verdade não tens sido esquecido. De norte a Sul do país tens sido lembrado e na verdade a tua obra está mais viva do que nunca, não só a tua mas também a do Zeca e de outros amigos, cuja obra se tornou imortal. Mas se isto é um motivo que certamente te anima há outros que não.
 
Desde Abril (para que tanto contribuíste) que Portugal e o seu Povo não eram tão mal tratados. Desde esses tempos em que a esperança tanto nos animou que a desesperança nunca foi tão grande. Sim Adriano Portugal está irreconhecível em termos de poder. Ainda te deves lembrar do tempo em que a direita queria ter um governo, uma maioria e um presidente. Na verdade conseguiram-no (só um aparte, com uma boa ajuda, mas isso fica para depois). Pronto hoje vou deixar, o que se a memória não me falha, a primeira canção que ouvi, cantada por ti e na verdade talvez a única que decorei integralmente.
Abraço

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Naifa grava versão de «Inquietação»


3 anos de Inquietação

DESCRIÇÃO - A 29 de Março de 2013, o Canal Q celebrou o seu terceiro aniversário. Tal como nos outros anos, festejamos com uma nova versão de "Inquietação", a música original de José Mário Branco, que acolhemos como nosso hino.

Realizado por António Pinhão Botelho, e interpretado pelos "A Naifa", o vídeo conta ainda com a participação de várias personalidades como Pilar del Rio, Dalila Carmo, Nuno Lopes, Mário Laginha, António Pires, Kalaf, Rui Zink, entre outros.

terça-feira, 12 de março de 2013

"Ei-los que partem novos e velhos"


Há canções que nos marcaram. Há letras de canções que nunca pensámos que nelas um dia nos iriamos rever. Acontece!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Xutos & Pontapés - Chuva Dissolvente


Entre a chuva dissolvente
No meu caminho de casa
Dou comigo na corrente
Desta gente que se arrasta

Metro, túnel, confusão
Entre súor despertino
Mergulho na multidão
No dia a dia sem destino

Putos que crescem sem se ver
Basta pô-los em frente à televisão
Hão-de um dia se esquecer
Rasgar retratos, largar-me a mão
Hão-de um dia se esquecer
Como eu quando cresci
Será que ainda te lembras
Do que fizeram por ti?

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci

Quando te livrares do peso
Desse amor que não entendes
Vais sentir uma outra força
Como que uma falta imensa
E quando deres por ti
Entre a chuva dissolvente
És o pai de uma criança
No seu caminho de casa

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei...
Já me lembrei, já me esqueci

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Gabriel O Pensador - Pega Ladrão


Esta canção e este vídeo não foi feito, tendo Portugal como objectivo. Daí poder haver algum desenquadramento (na letra e nas personalidades) em relação à minha intenção que é óbvia.