Consta que parte considerável dos incêndios que ano após ano
devastam grandes áreas do nosso património florestal e agrícola têm por trás
interesses económicos e outros inconfessáveis.
Para além dos pirómanos, há uma indústria que ganha (parece
que muito) com a desgraça alheia e a destruição irreparável de grande arte das
nossas riquezas e lança para a miséria os seus detentores que sobreviviam dos
meios assim destruídos.
Como os tempos de fogos, estão temporariamente afastados
certamente este tema não faz sentido ser agora referido.
Claro que a razão que me leva a escrever, não é o a da
introdução. Mas o da situação política actual e algumas das novidades.
Durante quatro longos anos estivemos a ver e a sofrer as
consequências duma política que dizimou grande parte dos nossos recursos
humanos e materiais. Esta destruição para muitas das centenas de milhares de
Portugueses é irreversível. As vidas, as empresas e famílias destruídas em
geral nada as faz voltar ao ponto de partida. Fica-nos a tristeza e a revolta e
àqueles que não desistiram, resta dar o seu contributo (mesmo que só opinativo)
para ajudar a estancar a hemorragia a que temos estado (e ainda estamos)
sujeitos.

4 comentários:
Mudar o Mundo
não custa muito
Leva é tempo
Agora é que não estamos nada de acordo, Rodrigo
Goste-se ou não, quem ganhou as eleições foi a coligação PSD/CDS.
Tentar agora agrupar os que ficaram para trás, e que não têm nada ver uns com os outros, só tem um nome - golpada!
Já vi uma parecida, aqui há trinta anos, a nível do poder local.
E já adivinhava esta.
Aquele abraço
ninguem perdoaria aos pirómonos...
mas acontece que, por vezes, faz fumo num lado, e as labaredas estão noutro...
abraço
os fogos irão continuar. Existem pessoas que gostam apenas de destruir.
Olhamos e vemos tanto banditismo nas paredes,nas placas de transito...
Ouvimos linguagens xenófobas e outras sem regras nem educação...
Depois o desemprego...a fome...o abandono...
Por último a destruição feita pelos responsáveis deste país que vivem ignorando o que se passa por cá, desculpando e protegendo os amigos corruptos...e nem preciso de dizer mais.
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