terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Relembrar Zeca Afonso é lutar contra os "Vampiros"
No passado sábado a AJA-Lisboa promoveu a propósito do 50º aniversário da gravação de uma da mais emblemáticas canções de José Afonso os "Vampiros" um espectáculo na em Lisboa.
Adepto da velha ideia de que a “cantiga é uma arma” creio que este espectáculo veio em boa altura, ou seja a data escolhida foi premonitória, dado o desenrolar (digo desenrolar, porque certamente as coisas não ficam por aqui) de mais um episódio da farsa com que nos têm brindado nestes últimos tempos.
Adepto da velha ideia de que a “cantiga é uma arma” creio que este espectáculo veio em boa altura, ou seja a data escolhida foi premonitória, dado o desenrolar (digo desenrolar, porque certamente as coisas não ficam por aqui) de mais um episódio da farsa com que nos têm brindado nestes últimos tempos.
Dado que em tão curto espaço de tempo já muito foi dito e escrito, aqui deixo os Vampiros na versão original.
Muitos foram os amigos que participaram (VER AQUI) no entanto realço a participação do Rui Pato que com a mesma viola da gravação original, esteve mais uma vez presente.
Muitos foram os amigos que participaram (VER AQUI) no entanto realço a participação do Rui Pato que com a mesma viola da gravação original, esteve mais uma vez presente.
domingo, 21 de julho de 2013
Queria dar-te uma prenda…
Fez precisamente hoje 38 anos que nasceste. Sim mal tive
tempo para te visitar (soubeste-o mais tarde) porque a defesa da democracia
conquistada há pouco mais de 1 ano obrigava-me a estar presente por imperativo
de consciência onde fosse necessário, era então um jovem acabado de se tornar Pai com 20 anos.
Fazia parte duma geração a quem queriam roubar o futuro, mas
graças ao 25 de Abril recuperámos parte dele. Era para os vindouros que queríamos
construir uma nova sociedade sem os constrangimentos porque passámos. Queríamos
transformar em realidade os nossos sonhos guiados pela utopia das canções que
cantávamos.
Não, não chegámos ao fim, muito ficou por fazer, mas
resta-nos ainda muito daquilo que conquistámos, sobretudo a liberdade. Se a tua
geração a souber usar este País pode de novo florir e a esperança renascer
desde que juntos façamos o que tem de ser feito.
Digo que te queria dar uma prenda, mas para além do beijo
que já te dei, não tenho mais nada para te dar. Até a esperança num futuro melhor
me está vedado prometer-te. Sim depois de ambos trabalharmos quase a nossa vida
inteira (eu comecei aos 10 e tu aos 15) fomos atirados quase para a indigência
sem disso nos apercebermos, mas
garanto-te que não vou ficar a definhar à espera que outros resolvam por mim o
que tenho que ser eu a fazer.
Amo-te!
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
"Governação"
Numa altura em que anda tudo envolvido à procura de uma coisa que não existe "Governação" e de gente capaz de "Cagarrar" devidamente o nosso País. Que tal ouvir este poema do Pedro Barroso por si brilhantemente declamado.
Via Albano Laranjeira no Facebook
Subscrever:
Mensagens (Atom)

