terça-feira, 4 de janeiro de 2011

É preciso mudar. Por onde começar?

Num princípio de ano é normalmente tempo de fazer o balanço do anterior, arcar com as consequências do que correu mal, acertar as agulhas e definir metas.

Acontece que neste primeiro mês do ano de 2011 há eleições para o mais alto magistrado da Nação.
Para muitos de nós passa a mensagem de que nada vai mudar. Até porque erradamente se criou a ideia de que o Presidente da República, não tendo poderes executivos, pouco importa ser um ou outro, para mais quando as agências de sondagens já elegeram aquele que nos querem fazer crer ser o actual inquilino do Palácio de Belém a continuar a ocupá-lo.
Se nos resignarmos a esta ideia é evidente que assim será. Se não a aceitarmos, muito ainda poderá ser alterado.

Por mim acho que em termos dos órgãos de soberania há outras mudanças necessárias e urgentes. Acredito que há gente capaz de inverter o caminho sem escolha, por onde nos querem obrigar a continuar a circular.
Quando sentimos que há que arrumar a casa e dar uma valente sacudidela aos tapetes temos que começar por algum lado.
Por mim há que colocar no sítio certo o homem certo. Nenhum barco vai a bom porto sem o timoneiro adequado.

Aproveitemos esta oportunidade. A próxima está demasiado distante.